AVALIAÇÃO DO GRAU FUNCIONAL DO ASSOALHO PÉLVICO EM UM GRUPO DE MULHERES DIABÉTICAS COM INCONTINENCIA URINÁRIA

Autores

  • Lariza Ragnini Universidade do Extremo Sul Catarinense image/svg+xml
  • Valdemira Santina Dagostin Universidade do Extremo Sul Catarinense image/svg+xml
  • Maria Tereza Brasil Zanini Extremo Sul Catarinense
  • Karina Cardoso Gulbis Universidade do Extremo Sul Catarinense image/svg+xml
  • Neiva Junkes Hoepers Extremo Sul Catarinense
  • Magada Tessmann Universidade do Extremo Sul Catarinense image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i8.1973

Palavras-chave:

Incontinência urinária. Diabetes Mellitus. Assoalho pélvico.

Resumo

O presente estudo teve como objetivo avaliar o grau funcional do assoalho pélvico de mulheres diabéticas com Incontinência Urinaria (IU). Trata-se de uma pesquisa quantitativa, transversal, descritiva, de campo, desenvolvida com 21 mulheres diabéticas atendidas no Programa de Auto monitoramento Glicêmico da Clínica de Enfermagem. Os resultados demonstraram que a maioria das mulheres diabéticas, que tem idade média de 40 anos, com comorbidades, com Incontinência urinária de esforço, apresentam Grau 4 quando avaliado a força do assoalho pélvico. A avaliação do assoalho pélvico e o conhecimento precoce do grau de comprometimento deste, esta detecção precoce pode auxiliar o Enfermeiro a planejar ações de reabilitação do assoalho pélvico e consequente redução da IU.   

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Biografia do Autor

  • Lariza Ragnini, Universidade do Extremo Sul Catarinense

    Graduanda em enfermagem pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. E-mail: lary_ragnini@hotmail.com.

  • Valdemira Santina Dagostin, Universidade do Extremo Sul Catarinense

    Enfermeira e docente na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. E-mail: vsd@unesc.net.

  • Maria Tereza Brasil Zanini, Extremo Sul Catarinense

    Enfermeira e docente na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Especialização em Curso Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde pela Universidade Federal Fluminense. E-mail: mbz@unesc.net.

  • Karina Cardoso Gulbis, Universidade do Extremo Sul Catarinense

    Enfermeira e docente na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. E-mail: karina@unesc.net.

  • Neiva Junkes Hoepers, Extremo Sul Catarinense

    Enfermeira e docente na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Mestre em Ciências da Saúde pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. E-mail: neivajun@unesc.net.

  • Magada Tessmann, Universidade do Extremo Sul Catarinense

    Enfermeira e docente na Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Doutora em Ciências da Saúde pela Universidade do Extremo Sul Catarinense. E-mail: magada@unesc.net.

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Publicado

2021-08-31

Como Citar

Ragnini, L., Dagostin, V. S., Zanini, M. T. B., Gulbis, K. C., Hoepers, N. J., & Tessmann, M. (2021). AVALIAÇÃO DO GRAU FUNCIONAL DO ASSOALHO PÉLVICO EM UM GRUPO DE MULHERES DIABÉTICAS COM INCONTINENCIA URINÁRIA . Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 7(8), 487-496. https://doi.org/10.51891/rease.v7i8.1973

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