FEOCROMOCITOMA: DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E PERSPECTIVAS CLÍNICAS

Autores

  • Lavínia Ribeiro Tavares Centro Universitário de Belo Horizonte image/svg+xml
  • Ana Vitória Garcia Melo Universidade Estadual de Santa Cruz image/svg+xml
  • Isabela Galantini Silveira Centro Universitário de Belo Horizonte image/svg+xml
  • Gabrielle Machado de Paula UniEVANGÉLICA

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i9.15863

Palavras-chave:

Feocromocitoma.Terapêutica. Diagnóstico.

Resumo

Esta revisão de literatura reuniu artigos publicados preferencialmente em inglês, espanhol, francês e português nos últimos cinco anos na base de dados PUBMED objetivando revisar diagnóstico, tratamento e perspectivas clínicas do feocromocitoma. O feocromocitoma é um tumor raro das células cromafinas da medula adrenal, responsável pela produção excessiva de catecolaminas (adrenalina e noradrenalina), resultando em hipertensão, cefaleia, sudorese, palpitações e crises hipertensivas graves. Ele pode estar associado a síndromes genéticas como de Hippel-Lindau e MEN 2. O diagnóstico é feito por exames laboratoriais que medem catecolaminas e metanefrinas, além de exames de imagem para localizar o tumor. O tratamento principal é a remoção cirúrgica após preparação pré-operatória com bloqueadores adrenérgicos para controlar a hipertensão. Em casos malignos ou metastáticos, podem ser necessários tratamentos adicionais, como quimioterapia ou terapia com radioisótopos. Após a cirurgia, o seguimento a longo prazo é essencial, pois há risco de recidiva. O prognóstico é geralmente bom, mas os tumores malignos apresentam pior evolução. O manejo precoce e adequado é crucial para evitar complicações e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

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Biografia do Autor

  • Lavínia Ribeiro Tavares, Centro Universitário de Belo Horizonte

    Médica pelo Centro Universitário de Belo Horizonte. Residente de Clínica Médica no Hospital Felício Rocho de Belo Horizonte.

  • Ana Vitória Garcia Melo, Universidade Estadual de Santa Cruz

    Graduanda em Medicina pela Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC).

  • Isabela Galantini Silveira, Centro Universitário de Belo Horizonte

    Médica pelo Centro Universitário de Belo Horizonte (UNIBH).

  • Gabrielle Machado de Paula, UniEVANGÉLICA

    Médica pela Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA).

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Publicado

2024-09-27

Como Citar

Tavares, L. R., Melo, A. V. G., Silveira, I. G., & Paula, G. M. de. (2024). FEOCROMOCITOMA: DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E PERSPECTIVAS CLÍNICAS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 10(9), 3727-3733. https://doi.org/10.51891/rease.v10i9.15863

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