O PAPEL DA EDUCAÇÃO EM SAÚDE NO ENFRENTAMENTO DA HESITAÇÃO VACINAL NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30686Palavras-chave:
Educação em saúde, Hesitação vacinal, Crianças, AdolescentesResumo
Esse artigo buscou discutir o papel desempenhado pela educação em saúde no enfrentamento da hesitação vacinal, fenômeno complexo e multifatorial capaz de comprometer as coberturas vacinais, favorecendo o reaparecimento de doenças imunopreveníveis entre crianças e adolescentes. O trabalho da atuação da estudante bolsista PIBEX, no Projeto de Extensão VacinAção, buscou analisar as evidências científicas relacionadas ao papel da educação em saúde na redução da hesitação vacinal, identificando diferentes formas de intervenção, como podem ser aplicadas e quais efeitos geraram. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada nas bases Biblioteca Virtual em Saúde, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde e Scientific Electronic Library Online, com levantamento de artigos publicados no período de 2016 a 2025, nos idiomas português e inglês, relacionados a educação em saúde, hesitação vacinal e intervenções educativas. Os estudos indicaram que tais estratégias podem ampliar o conhecimento, ao esclarecer dúvidas e fortalecer a confiança nas vacinas, apresentando um maior potencial do que ações padronizadas já implementadas. Conclui-se que a educação em saúde pode contribuir para o enfrentamento da hesitação vacinal, quando desenvolvida a base de diálogo, personalização, contínua e adaptada conforme necessidade de cada criança, adolescente e/ou responsável.
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